

"Doutor… voltei." — 02h17 da manhã. Quarta visita em três semanas.

O papel do emergencista não é necessariamente descobrir o que o paciente tem naquele momento. É entender o que precisa ser feito com ele. Quando você não fecha o diagnóstico, mas também não muda a conduta, você não está ajudando o paciente — você só está adiando o problema.








"Se o seu pronto atendimento depende de alguém lembrar de fazer o certo na hora certa, você ainda não tem um protocolo. Você tem boa intenção."
Protocolos gerenciados não existem para engessar o médico. Eles existem para garantir um padrão mínimo de cuidado que independe do humor do plantão, da experiência da equipe ou do nível de sobrecarga do serviço. Porque atendimento bom não pode ser exceção. Tem que ser padrão.

Febre não é detalhe. Febre é sinal vital — e, como todo sinal vital, ela não existe para ser ignorada, mas para te alertar de que algo pode estar errado.
"No fim, não é a febre que mata. É o que você deixou de enxergar por causa dela."
— Dra. CapiLoading...